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Aluguel tem alta recorde em São Paulo

  • Anunciado em: dezembro 21, 2012 3:07 pm
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Aluguel tem alta recorde em São Paulo

Aluguel tem alta recorde em São Paulo

Folha de São Paulo – Mercado
Na média, valor de contratos novos subiu 12,8% em 12 meses, o maior patamar na série histórica do Secovi-SP
Inquilino que mantém imóvel e paga em dia pode negociar; reajuste dos contratos em andamento foi menor
TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO
O mercado imobiliário aquecido levou a um aumento de 12,8%, na média, no valor do aluguel residencial na capital paulista nos últimos 12 meses até setembro.
A variação acumulada é a maior na série histórica do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo, iniciada em janeiro de 2006.
Considerando apenas setembro, o acréscimo foi de 1,7% ante agosto, com destaque para as moradias de um dormitório (2,4%). Os dados levam em conta os contratos novos de locação.
Para contratos em andamento, com aniversário em agosto e atualização pelo IGP-M, o aumento foi bem inferior (6,99%).
Para Hilton Pecorari Baptista, diretor da entidade, o movimento de alta vai durar pelo menos mais um ano e meio, mesmo com facilidades no financiamento da compra, porque há um público específico para a locação, como estudantes, profissionais que mudam de cidade e quem acaba de se separar.
O inquilino que conserva o imóvel e paga em dia, no entanto, pode tentar negociar um reajuste menor com o locador ao renovar o contrato.
Para João da Rocha Lima Jr., professor titular de “real estate”, núcleo que faz parte da Poli/USP, ainda é difícil administrar o aluguel residencial, já que a legislação é desequilibrada a favor do locatário, dificultando a retirada imediata do inquilino em caso de inadimplência.
Por isso, completa, os investidores ainda se concentram na locação comercial.
Apesar de estar perdendo espaço, o tipo de garantia mais utilizado ainda é o fiador, com uma fatia de 47,5% dos contratos em setembro.
Empresa que faz filme 3D para o mercado imobiliário chega ao país
Folha de São Paulo – Mercado

A portuguesa Arqui300 promete “materializar o futuro” no vídeo
GRAZIELLE SCHNEIDER
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Arqui300, empresa portuguesa especializada em tecnologias 3D e 4D para o mercado imobiliário, desembarcou oficialmente no mercado brasileiro.
A companhia, que estreou as operações no Salão Imobiliário de São Paulo, traz novas ferramentas de marketing para construtoras e incorporadoras.
A novidade é a montagem de uma sala de cinema no estande de vendas, na qual o cliente pode “visitar” o empreendimento por meio de filmes 3D e 4D, ferramentas sensoriais e hologramas.
“Desenvolvemos uma nova proposta de comercialização que materializa o futuro”, diz Flávio Escobar, sócio-diretor no Brasil.
Ele exemplifica os serviços em um empreendimento náutico. “A cadeira do “cinema” pode fazer algum movimento, como o balancinho do mar. Posso também ter um spray de água, com cheiro de maresia, vento, calor.”
PRESENÇA GLOBAL
Fundada há 16 anos, a Arqui300 está em 25 países e já fez mais de 500 filmes.
“Temos no nosso portfólio o maior projeto imobiliário de Dubai, de Bahrein e dois dos maiores da Arábia Saudita. Com essa experiência, criamos grande bagagem cultural”, afirma João Pedro Gonçalves, diretor-geral e sócio-fundador da companhia.
Segundo Gonçalves, o mercado brasileiro é um “prolongamento natural” da atividade da empresa.
Entre os empreendimentos que contrataram os serviços no país, está um projeto multiuso da Tecnisa no Distrito Federal de quase 34 km2.
O estande de vendas terá um minicinema para a projeção dos filmes em 3D.
“Hoje, a gente constrói um apartamento-modelo. Imagine construir uma área inteira, com piscina, lojas, [o custo] ficaria inviável”, diz Rogério Santos, diretor de marketing da Tecnisa.
Segundo Escobar, “o efeito sobre o cliente é muito maior”. “Você acelera a decisão de compra, gasta menos energia para convencer.”

Prosperitas negocia compra da Cipasa
Valor Econômico – Empresas

Carolina Mandl e Daniela D’Ambrosio | De São Paulo

Frederico Kessler, diretor regional da Rossi: empresa aposta na carência de imóveis de baixa renda para quem trabalha em Brasília, onde os preços são proibitivos
A Prosperitas, gestora de fundos imobiliários, está negociando a compra do controle da Cipasa, empresa de loteamentos do grupo imobiliário LDI. Segundo o Valor apurou, o fundo ficará com 75% da companhia e os outros 25% permanecem com um grupo de quatro sócios fundadores da companhia, que ocupam cargos executivos na companhia. A Cipasa está avaliada em R$ 150 milhões.
O negócio está em fase adiantada e deve ser fechado em cerca de 30 dias. A Cipasa deixará de fazer parte da LDI, holding de incorporação imobiliária do grupo Lindenberg e voltará às mãos de dos sócios, entre os quais, Sérgio Villas Boas, atual presidente da companhia, e Ivo Szterling. Segundo fontes do mercado, há cerca de um ano, os executivos manifestaram o interesse em sair da holding e voltar a ter apenas a companhia que fundaram. Já o grupo LDI – que reúne a construtora Adolpho Lindenberg, de alto padrão, a incorporadora Lindencorp e a REP, empresa de centros comerciais – estaria mais interessada em se concentrar no mercado de incorporação.
Procurada pelo Valor, a Prosperitas negou a informação. A gestora, que já tem R$ 2,7 bilhões em ativos sob gestão, captou recentemente um novo fundo de R$ 1 bilhão com investidores estrangeiros. O foco principal da Prosperitas é a incorporação imobiliária, principalmente de shoppings center, loteamentos e logística. Hoje, na área de loteamento residencial, a gestora acumula um estoque de terrenos com potencial de R$ 1 bilhão em vendas. Já é sócia, por exemplo, do projeto Lagoa Serena, em Campinas (SP), juntamente com a loteadora Swiss Park. Em outros empreendimentos, a Prosperitas apenas fez uma parceria com a Swiss Park.
Procurada, a Cipasa não confirmou a informação. Criada em 1989, a companhia já lançou mais de 38 empreendimentos. Tem cerca de 21 mil unidades comercializadas e 22,5 milhões de metros quadrados em loteamentos espalhados pelo Estado de São Paulo. Têm empreendimentos de alto padrão, como Quinta do Golfe, em São José do Rio Preto, duas parcerias com Alphaville e, na maioria, empreendimentos para classe média baixa.
Em entrevista recente ao Valor, a Cipasa falou do interesse de expandir sua atuação para o Rio de Janeiro e a região Sul do país e da parceria com incorporadoras para lançar projetos com casas prontas e acelerar o processo de expansão da companhia. A previsão de vendas é de R$ 100 milhões este ano.
O mercado de loteamentos tem uma forma de atuação que difere do restante do setor. Além de ser muito restrito. São poucas empresas – Alphaville, Scopel (único investimento do fundo Carlyle na área imobiliária) e Cipasa são as maiores – e exigem “kow-how” para aprovação dos projetos, além da implantação de infraestrutura. As empresas nunca compram terras. Como os processos de aprovação são longos e morosos, o risco seria muito grande. Por isso, fecham permuta financeira com o dono da terra, que costuma ficar com uma participação que varia entre 30% e 50% da venda dos lotes.
Rossi elege região de Brasilia para seu maior projeto
Valor Econômico – Empresas

Aproveitando a explosão imobiliária do Distrito Federal e redondezas, a Rossi vai fazer o maior lançamento de sua história em número de unidades. A companhia planeja um novo bairro popular na cidade de Valparaíso de Goiás, com 4 mil unidades. Ao todo serão 20 fases, lançadas ao longo de sete anos e a empresa montará uma fábrica de pré-fabricados no próprio terreno para abastecer o projeto.
A empresa comprou um antigo loteamento, que fica em um terreno de 300 mil metros quadrados, e reaprovou o projeto na prefeitura – são dez condomínios com prédios de quatro andares e um VGV total de R$ 420 milhões. A Rossi fez parceria com a construtora Luner. Para que o projeto pudesse ser viável, a companhia assumiu o custo de criar uma estação de tratamento de esgoto para 36 mil habitantes. Empreendimentos desse porte em cidades pequenas geralmente têm problemas de aprovação por conta da falta de infraestrutura.
Os apartamentos vão custar, no máximo, R$ 100 mil e, portanto, estão dentro do Minha Casa, Minha Vida. “Há forte demanda no Centro-Oeste por habitações populares”, diz Frederico Kessler, diretor regional da Rossi. “São pessoas que trabalham em Brasília, mas não conseguem morar lá, nem nas cidades-satélite”, diz o executivo. O mercado do Distrito Federal está muito aquecido por conta da escassez de espaços no plano piloto, onde o metro quadrado está acima de R$ 10 mil. Em cidades próximas, como Águas Claras, os preços quintuplicaram em seis anos.
Valparaíso de Goiás possui cerca de 130 mil habitantes e é um dos 27 municípios da região metropolitana de Brasília – fica próximo da divisa entre o Distrito Federal e Goiás, a cerca de 35 quilômetros da rodoviária de Brasília.
Diferente dos loteamentos populares, os bairros planejados para classes baixas (com as casas ou apartamentos já prontos) se multiplicaram nos últimos dois anos. Mas o Brasil ainda não tem tradição em empreendimentos com mais de duas mil unidades, muito comuns no México. Será um teste para a Rossi, que já tem outros quatro bairros populares planejados, todos menores.
Outras empresas apostam no segmento. A Bairro Novo, da Odebrecht, nasceu com esse conceito. A Rodobens também atua dessa forma no interior. A Cury, parceira da Cyrela, tem um projeto na Zona Leste de São Paulo.
Ontem à noite, a Rossi apresentou os resultados operacionais e um dos principais destaques foi justamente o segmento econômico – que representou 75% do total de unidades lançadas (4.527 unidades) e 51% do VGV. Os lançamentos no terceiro trimestre somaram R$ 928 milhões, alta de 6,3% sobre 2009. As vendas de julho a setembro foram de R$ 802 milhões, contra R$ 517 milhões em 2009. (DD)
Ganhe dinheiro com aluguel
A Gazeta – Imóveis (Vitória – ES)

Leonardo Soares

Procurar um imóvel para alugar já não é tarefa das mais fáceis quando a intenção é morar ou abrir um negócio. Imagine então se a ideia é ganhar dinheiro com a locação?
Então, para ajudar o leitor que tem um dinheiro em caixa e quer lucrar com ele investindo em imóveis, traçamos o mapa da mina do aluguel como investimento na Grande Vitória.
Mostramos quais são os melhores bairros e o tipo de imóvel ideal para investir e ter retorno na hora de alugar. Esses são os questionamentos que não podem sair da cabeça dos investidores.
Na Grande Vitória, o perfil de imóvel mais rentável para alugar é o de pequeno porte. São apartamentos menores, conhecidos como quarto e sala, ou quitinete.
“Eles ficam pouco tempo vazios e não geram muitos gastos quando estão desocupados”, explica Charles Bitencourt, diretor Comercial da Betha Espaço e da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES).
“Há maior oferta dessas unidades em bairros como Jardim da Penha e Praia do Canto. Elas têm uma vacância muito baixa. Ou seja, não ficam muito tempo desocupados, em função de ter um valor mais baixo de aluguel”, diz.
Imóveis com dois quartos também são muito procurados por inquilinos. Unidades com mais dormitórios já costumam ficar mais tempo vagas e geram um gasto maior para o proprietário com o condomínio, no caso de apartamentos.
Localização

Aluguel tem alta recorde em São Paulo

São Paulo

aluguel

Em Vitória, o bairro com maior potencial de investimento, além de Praia do Canto e Jardim da Penha, é Jardim Camburi. São locais que têm pouca oferta de apartamentos pequenos vagos.
Outros bairros também são aposta de bons rendimentos, como Laranjeiras e Valparaíso, na Serra; e Praia da Costa, Itapoã e Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha. Em Cariacica, o foco é mais voltado para aluguel comercial, na região de Campo Grande.
“É perceptível que os melhores negócios estão onde há mais estrutura. São bairros com farmácia, escola, unidade de saúde. E alguns ainda possuem shoppings e áreas de lazer. As facilidades atraem os moradores para essas regiões”, explica Bitencourt.
Procura
À reboque da grande procura, já está difícil encontrar imóveis pequenos para aluguel na maioria dos bairros citados. “Pensando pelo consumidor, no aluguel você dificilmente mora onde tem opção. E nem todo mundo compra três ou quatro quartos para alugar, porque é mais difícil achar cliente. A procura pelos compactos está muito maior do que a oferta”, diz o diretor da Ademi-ES.
Os bairros com a maior procura têm o menor tempo de desocupação. Neles, um apartamento quarto e sala ou até um de dois quartos fica, no máximo, 40 dias vazio. Enquanto o de três ou mais amocodações podem ficar até dois meses sem morador.
O ideal é procurar bairros com expectativa de crescimento. Locais como Jardim Camburi e Enseada do Suá atendem quem quer morar perto do trabalho. É uma aposta, já que são locais com concentração de grandes empresas e escritórios.
Investimento
Carolina Lempe é corretora e há cinco anos investe em imóveis para aluguel. Hoje, tem quatro apartamentos em Jardim da Penha, Vitória, que estão alugados. Os quatro imóveis são de quarto e sala.
“A minha família sempre me ensinou que o imóvel é a forma mais segura de rentabilidade. Ele nunca perde o valor e você tem a garantia de assegurar o seu patrimônio”, explica.
Preços
Quarto e sala.
De R$ 800 a R$ 1.100, na Praia do Canto. De R$ 800 a R$ 1.000, em Jardim da Penha.
Dois quartos.
Até R$ 1.300, na Praia do Canto. De R$ 800 a R$ 1.200, em Jardim da Penha.
Três quartos.
De R$ 1.000 a R$ 2.200, na Praia do Canto. Até R$ 1.900 em Jardim da Penha.
Até R$ 200 de aluguel por metro quadrado
Está difícil encontrar lojas espaçosas e bem localizadas em vários bairros da Grande Vitória. Mas, com o lançamento de novos empreendimentos, em alguns meses, a oferta será maior. “Hoje há vários lançamentos na cidade. Muitas empresas estão vindo para o Estado atraídas pelo crescimento econômico. E já começa uma procura forte com tendência de crescimento na compra de unidades comerciais, principalmente as maiores, , de andar inteiro. Para quem investe em aluguel, é uma opção excelente, já que não é um tipo de aluguel comum em Vitória”, explica Charles Bitencourt, diretor da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-ES). Na Enseada do Suá, o metro quadrado de uma sala comercial para aluguel pode variar de R$ 75 a R$ 130. Já na Praia do Canto, um ponto bom pode chegar a R$ 200 para cada metro quadrado.
Rodízio
Tempo médio que um imóvel fica desocupado na Grande Vitória:
Até 40 dias. Apartamento com quarto e sala
De 40 a 50 dias. Apartamento com dois quartos
Até 60 dias. Apartamento com três quartos
Salas e lojas oferecem maior retorno para os investidores
Com taxa de retorno maior que a dos alugueis residenciais, o investimento em imóvel comercial para locação também tem áreas já estabelecidas, onde o custo-benefício é maior.
Reta da Penha, Santa Lúcia e, principalmente, a Enseada do Suá aparecem como os locais mais rentáveis para investir em aluguel comercial, segundo o superintendente da Lopes Comercialização e Consultoria de imóveis, Gustavo Rodrigues.
“Hoje esses são os bairros com o melhor retorno para locação de ponto de comércio. Há uma tendência forte da busca pela melhor logística. Na Enseada do Suá, principalmente, as pessoas buscam lojas pela facilidade de acesso, a presença de escritórios importantes e a atenção dada pelo poder público à área”.
Enquanto o aluguel residencial gera remuneração de cerca de 0,5% do valor total do imóvel, as salas comerciais podem chegar a 0,7% do preço.
Os tipos de lojas mais procurados e menos ofertados no mercado são as lojas de chão (térreo) com frente para a rua e com segundo pavimento, para depósito. Segundo Rodrigues, esses imóveis já não são mais encontrados com facilidade, embora tenham o maior retorno comercial.
E com novos investimentos no Estado, a chegada de novos trabalhadores demandará ainda mais moradias e salas comerciais. “Se você incluir neste cenário a instalação de grandes empresas, como a Petrobras, na Reta da Penha, haverá o movimento de novos moradores e comerciantes. E aí precisa de imóveis disponíveis”, diz Rodrigues.
Ganhos
De 0,5% a 0,6% do valor é a porcentagem média do valor total do imóvel, que é cobrada no aluguel residencial.
Até 0,7% do valor é a porcentagem média do valor total do imóvel, cobrada no aluguel comercial.
Compra
Vale se o investidor:
– Não precisar do dinheiro em um prazo de até cinco anos
– Tiver dinheiro em caixa para emergências
– Não precisar de financiamento
Não vale se o investidor:
– Quiser lucro a curto prazo
– Não conhecer o mercado imobiliário
– Não quiser se preocupar com manutenção do imóvel

Adiada entrada em vigor de norma de qualidade nos prédios
A Gazeta – Imóveis (Vitória – ES)

Ainda não é desta vez que chega ao fim – ou pelo menos é minimizado – o incômodo do barulho do vizinho arrastando um móvel no andar de cima ou o calor exagerado no interior da residência no verão para moradores de apartamentos.
É que a entrada em vigor da Norma de Desempenho para edificações (NBR 15.575) criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para garantir melhor qualidade nas contruções foi adiada.
A normatização passaria a ser exigida em construções com até cinco pavimentos aprovadas a partir do próximo dia 12 de novembro, mas a ABNT abriu consulta pública para rever alguns pontos da determinação.
De acordo com o Diretor de Materiais e Tecnologias do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Espírito Santo (Sinduscon-ES), Sandro Pretti, uma comissão de representantes dos sindicatos de construtores de todo o país solicitou a prorrogação do prazo para exigência da norma.
Discussão
O objetivo do pedido é garantir mais tempo para o setor da construção civil se adequar às novas regras. Atualmente, poucas indústrias de materiais para a construção poderiam abastecer o mercado com os materiais exigidos na normatização, segundo Pretti.
O Comitê Brasileiro da Construção Civil aprovou seis emendas, que tratam da extensão do prazo de exigência da NBR 15.575, e agora a norma deverá ser publicada novamente no dia 11 de novembro. Com isso, o novo texto entrará em vigor 30 dias após a publicação. A normatização passará a ser exigida em março de 2012.
Normas podem encarecer obras mais populares
Para o diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon-ES), Sandro Pretti, as mudanças estabelecidas pela Norma NBR 15.575 da ABNT vão melhorar a qualidade das novas construções, mas, como vão provocar aumento dos custos para as construtoras, haverá impacto no preço de unidades do programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”. “Será um problema se adequar à norma em um primeiro momento, mas, em longo prazo, o setor vai ficar mais criterioso, e as construções vão ter padrão semelhante às do primeiro mundo”, ressaltou Pretti.
Prazo
27 de Outubro é a data-limite para participar da consulta pública sobre a NBR 15.575, no site www.abntonline.com.br/ consultanacional. É preciso criar o ABNT Passaporte, com nome, CPF, e-mail e senha.
O que diz a norma?
1 – A Norma Técnica NBR 15.575, criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece melhorias de qualidade em prédios habitacionais com até cinco pavimentos, mas construções maiores também devem se adequar
2 – Alguns pontos do primeiro texto da normatização garantem a impermeabilidade da água de chuva e da umidade do solo e o conforto termoacústico no interior dos ambientes, sendo levadas em consideração as condições climáticas da região e a transmissão sonora entre os ambientes
3 – A norma deverá trazer maior conforto e comodidade para os compradores de imóveis, além de ser uma ferramenta legal que garante que os sistemas componentes dos edifícios, como estrutura, fachadas e instalações hidrossanitárias, atendam aos requisitos mínimos de desempenho ao longo de determinada vida útil

Vendas de imóveis elevam receita da PCR
Jornal do Commercio – Economia (Recife – PE)

Aquecimento do mercado imobiliário fez a arrecadação do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis crescer 26%. Até agora, foram recolhidos R$ 27,6 milhões, contra R$ 34 milhões em 2009
O crescimento do mercado imobiliário na capital pernambucana fez crescer o bolo da arrecadação de impostos no Recife. De janeiro a setembro deste ano, a Prefeitura Municipal comemora aumento de 26% no recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), na comparação com igual período de 2009. O valor arrecadado saltou de R$ 27,6 milhões para R$ 34 milhões.
O secretário de Finanças da Prefeitura do Recife (PCR), Marcelo Barros, diz que a arrecadação do ITBI será recorde este ano, além de registrar a maior taxa de crescimento entre os impostos responsáveis pela receita própria do município. “Esse aumento foi motivado por dois fatores: a grande quantidade de imóveis lançados e a valorização no preço do metro quadrado (m²)”, observa. O ITBI é pago no momento de escrituração do imóvel. A atual alíquota é de 2% sobre o valor de avaliação do imóvel.
“Estamos esperando crescimento de receita para outros tributos, como o IPTU e o ISS, mas a taxa de crescimento do ITBI foi a maior”, reforça Barros. No acumulado dos nove primeiros meses de 2010, a arrecadação do IPTU aumentou em 9,53%, passando de R$ 143,6 milhões para R$ 157,1 milhões. Já o ISS registrou alta de 17%, com o recolhimento passando de R$ 253,6 milhões para R$ 296,6 milhões.
Barros acredita que o aumento da oferta de crédito, a taxa de juros e o aquecimento da demanda por causa do polo de atração de investimentos do Complexo de Suape contribuíram para a valorização do preço do metro quadrado no Recife e puxaram a arrecadação do ITBI. A Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi) estima que chegou a 30% a alta do preço do metro quadrado no Estado.
No mês passado, o JC publicou matéria mapeando a valorização imobiliária, contando com o apoio da Unidade de Pesquisas Técnicas (Uptec) da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), que calculou a variação do m² nos bairros que mais se destacaram na oferta de apartamentos novos desde 2005.
Um exemplo emblemático de aumento de preços no Recife foi o bairro de Boa Viagem, que já aparece em primeiro lugar no ranking do metro quadrado mais caro do Grande Recife. Lá, o preço do metro quadrado saltou 67,36%, saindo de R$ 2.035 para R$ 3.406. Em Casa Forte, o aumento foi de R$ 1.736 para R$ 2.930, ou 68,75%.
CONSTRUÇÃO CIVIL
O secretário de Finanças da PCR, Marcelo Barros, destaca que o crescimento imobiliário tem se expandido para outros bairros. “A RPA 2 (Região Político-Administrativa), onde estão localizados bairros como Encruzilhada, Torreão, Campo Grande, Rosarinho e Arruda, tem apresentado crescimento no setor de construção civil”, afirma.
No ano passado, o segmento registrou a maior taxa de crescimento na arrecadação de ISS do município, com variação de 125,68%. “O mercado imobiliário aquecido, a construção civil e as obras públicas contribuíram para mais que dobrar o recolhimento do imposto. No ano passado, o setor foi responsável por colocar R$ 3,1 milhões dentro dos cofres da Prefeitura do Recife. Para este ano, a estimativa é que se mantenha a tendência de aumento da arrecadação na atividade.
Na dúvida, fale com o dono
Jornal do Commercio – Imóveis (Recife – PE)
Tem consumidor que só compra um bem, sobretudo os de grande valor, falando com o dono da empresa. Na construção civil, a prática é comum e é um jeito de as empresas menores conquistarem de vez o cliente. Na Hábil Engenharia, a venda só é fechada com a presença do dono da empresa, Fernando Cabral. Segundo ele, os clientes se sentem importantes com a atenção especial já que a maioria pensa que o proprietário da empresa é uma pessoa inatingível.
“Já fiz cursos na área de vendas para proporcionar um melhor atendimento”, explica. Cabral está preparando sua filha, a arquiteta Catarina, para o substituir no futuro. “Ela tem curso de arquitetura e fez um MBA em marketing. Ela está preparada para tirar as dúvidas dos clientes em todas as áreas”, completa.
Roberto Martins, proprietário da Construtora Romarco, sempre conversa com o cliente antes da venda para saber se ele tem alguma dúvida. “O corretor, às vezes, faz promessas que não podem ser cumpridas. Então e gente corrige os detalhes e proporciona um atendimento VIP”, informa.
O presidente do Conselho da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi), Marcello Gomes, diz que a prática é muita usada pelas pequenas e médias empresas. “Nessas construtoras, falar com o dono na hora da compra acaba sendo um grande diferencial no atendimento.” Gomes explica que as famílias que compram um imóvel querem ter o maior número possível de garantias. O contato direto com o proprietário da empresa deixa o consumidor mais seguro na hora de fechar negócio. “A compra do imóvel é, geralmente, o maior gasto da maioria das famílias. Elas vão pagar o bem durante 20 ou 30 anos. É importante ter esse tipo de segurança”, completa.

Clipping Geral

Dólar volta a cair, apesar de IOF maior
Folha de São Paulo – Mercado
Moeda norte-americana recua pelo mundo e atinge o menor valor em 15 anos em relação ao iene japonês
Mercado aguarda novas medidas do governo para conter alta do real; expectativa é de efeito pontual no câmbio
TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO
Durou um dia a alta do dólar no Brasil. Ontem, a moeda americana embarcou na tendência global de desvalorização e voltou a recuar também diante do real, dois dias após o novo aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para estrangeiros.
No Brasil, o dólar terminou o dia negociado a R$ 1,675, com queda de 0,71%.
No mercado internacional, a moeda americana testou novas baixas em relação às principais moedas globais, valorizando ações e commodities mundo afora, após o Livro Bege do Federal Reserve (BC dos EUA) diagnosticar uma recuperação “modesta” na economia americana.
Ontem, o dólar teve a menor cotação em 15 anos em relação ao iene -desceu a 80,85 ienes. Também recuou 1,7% em relação ao euro, negociado a US$ 1,3958.
“Voltou a tendência de sempre”, disse Ivo Goes, operador da corretora Levy Cam.
Para Jorge Knauer, diretor do Banco Prosper, é impossível o Brasil sozinho reverter a tendência global de depreciação do dólar. Por esse motivo, Knauer não acha justo falar em “fracasso completo” da ação do governo.
“Não existe fracasso; o que existe são medidas mais e menos eficazes. E a contundência da medida dura um determinado tempo. Não imagino que, depois de iniciado esse processo, o governo vá simplesmente parar de intervir. Vai testar outras medidas, provocando estresse e volatilidade nesses dias.”
NOVAS MEDIDAS
Diante do fracasso das ações no câmbio, o mercado espera medidas adicionais do governo e do Banco Central para segurar o real.
“O aumento do IOF tem efeito limitado, uma vez que o fluxo externo decorre da percepção de que a taxa Selic continuará interessante para os aplicadores, ainda mais se consideradas as perspectivas de ampliação dos estímulos monetários pelo Fed”, disse Mirian Tavares, diretora da corretora AGK.
Copom mantém Selic em 10,75% ao ano
O Estado de São Paulo – Economia
Trata-se da segunda manutenção consecutiva na taxa básica de juros
Fabio Graner, da Agência Estado
BRASÍLIA E SÃO PAULO – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (20) manter a taxa Selic em 10,75% ao ano, pelo segundo encontro seguido. A decisão foi unânime. Nas reuniões de abril, junho e julho o juro básico da economia brasileira havia sido elevado num total de 2 pontos, configurando um curto ciclo de alta após a taxa ter ficado estável em 8,75% desde julho de 2009. Na última reunião, em 1º de setembro, o colegiado do BC já havia decidido pela manutenção da taxa.
A decisão de hoje (a sétima reunião do Copom deste ano) ficou dentro do esperado da maior parte dos analistas financeiros. De acordo com sondagem da Agência Estado, todas as 63 instituições financeiras ouvidas na semana passada previam a estabilidade do juro. Não se via unanimidade entre os economistas desde o levantamento realizado pela AE para o encontro de dezembro de 2009, quando as apostas também eram de manutenção, na época em 8,75%.
Vale destacar ainda que a maioria das casas consultadas aposta que a Selic seguirá estável, chegando ao final de dezembro nos mesmos 10,75% de hoje. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 7 e 8 de dezembro. A ata da reunião de hoje será divulgada pelo BC na quinta-feira da próxima semana, dia 28 de outubro.
Governo está atento à alta das importações, diz Lula
Valor Econômico – Brasil

Paulo de Tarso Lyra e Luciana Otoni | De Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu, ontem, que o governo poderá implementar novas ações para diminuir as importações e ajudar no equilíbrio da balança comercial. A declaração foi feita depois de cerimônia de lançamento do carro elétrico que será produzido pela Mitsubishi do Brasil, ao ser perguntado se poderia haver alguma medida para evitar a alta das importações.
“Pode ter. Na hora em que o Miguel Jorge (ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) me disser que as importações estão incomodando, nós iremos tomar medidas”, disse. Segundo o presidente, por enquanto o que o ministro acha não é isso. “O que ele acha é que a gente não tem que diminuir as importações, mas continuar trabalhando para aumentar as exportações.”
Além de Miguel Jorge, o ministro da Fazenda, Guido Mantega e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, também estão, de acordo com Lula, orientados a manter a atenção “24 horas por dia”. Segundo o presidente, “a gente vai tomando as medidas na hora certa em que tiver que tomar as medidas”. Ele disse que agora a balança comercial está favorável, com uma perspectiva de US$ 195 bilhões de exportações, gerando superávit comercial.
Lula ressaltou que, durante a crise financeira internacional, ele sempre foi contrário à implantação de restrições comerciais, pois era preciso que o Brasil vendesse e comprasse mais. Segundo o presidente, isso fez com que o Brasil se “saísse bem” durante aquele período. Mas confirmou que existe uma preocupação geral com a guerra cambial em curso no mundo. “Todo mundo está percebendo que existe uma guerra cambial e nós precisamos, no G-20, discutir e dar uma solução definitiva para isso”, completou.
O presidente lembrou o aumento de 4% para 6% do IOF de investidores estrangeiros para comprovar que o governo age para evitar uma valorização excessiva do real perante o dólar. “Agora, é importante lembrar que o problema não é só do Brasil. Todas as moedas do mundo estão se valorizando diante do dólar, porque os Estados Unidos precisam encontrar uma forma de recuperar a sua economia”, disse o presidente.

    

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